Comerciante de 80 anos dá exemplo em academia

05/04/2010

Comerciante de 80 anos dá exemplo em academia

A Atleta Teruyo Futino 80 Anos Mais Conhecida Como Maria

Ela faz os primeiros aquecimentos e vai para a academia, onde malha por uma hora. Depois, segue para a sua floricultura e trabalha, sem folga. Lá, tem uma rotina corrida, em que precisa andar rápido, se agachar, subir degraus e levantar pesados vasos e arranjos de flores. O resultado disso está nos inúmeros troféus e medalhas que ainda hoje ganha em torneios regionais e estaduais de arremesso de disco e dardo e levantamento de peso.

Gaba-se de nunca ter perdido um torneio no Interior nas duas últimas décadas. E ela não está sozinha nessa mudança de qualidade de vida. O diretor de escola aposentado e ex-atleta Luiz Lopes Gomes, 72 anos, também não dispensa a malhação. Ele sofre de mal de Parkinson há mais de 20 anos, mas diz que se sente muito bem seguindo essa rotina de exercícios.

Quem também se transformou no que é chamado popularmente de "rato de academia" -- denominação para a pessoa que todos os dias está nos aparelhos, cuidando corpo -- é o empresário aposentado Edilio Carani Neto, 67 anos. "Faço porque preciso e gosto", comenta ele.

Além de fazer bem para o corpo, o exercício na academia também ajuda as pessoas a encontrar e fazer amigos. Neto também usa essas suas idas à malhação para encontrar com o bancário aposentado Orlando Alves Carvalho, 63 anos; Roberto Rigamonte, 59 anos; e João Ferreira Pessoa, 57. Eles fazem questão de cuidar do corpo, tanto por recomendação médica, quanto pelo desejo de ter um corpo bonito e sadio.

EXPECTATIVA

O exemplo desses atletas com mais de 60 anos, segundo o professor de Educação Física e fisiologista Renato Ferreira Pessoa, deveria ser seguido por todas as pessoas, principalmente as que já entraram na terceira idade. Segundo ele, todas as pessoas perdem 1% de massa muscular anualmente após os 35 anos. "Isso faz com que aconteçam as quedas tão prejudiciais às pessoas com idade mais avançada", afirma.

Os idosos representam 10% da população de Araçatuba, ou seja, cerca de 20 mil pessoas com 60 anos ou mais que vivem na cidade. A expectativa de vida média do brasileiro, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é de 68 anos, chegando a 75 anos nas regiões mais desenvolvidas. No Brasil, aproximadamente 30% dos idosos caem dentro de casa, sendo que 50% ficam com a mobilidade reduzida, e até 10% sofrem algum tipo de fratura.

De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) a maior incidência é a fratura de fêmur, que já corresponde a 600 mil casos no País. Para o geriatra Ricardo Wayhs, quedas envolvendo idosos são um caso ainda muito mais sério. "Um simples tombo pode resultar numa fratura grave e até mesmo trauma craniano, levando o paciente à morte". Ele diz que o tratamento das fraturas em idosos é mais lento.

"Em muitos casos pode ser necessária a intervenção cirúrgica, em que o risco também é grande". Ele ressalta que também há casos em que o paciente não consegue voltar a andar, por isso a principal orientação é prevenção.

Não há limite de idade para começar

O professor de Educação Física e fisiologista Renato Ferreira Pessoa diz que todas as pessoas podem começar a se exercitar, independentemente da idade. Para isso, ele afirma que é preciso que o novo atleta procure um cardiologista para fazer uma avaliação médica completa. Depois, explica, é importante começar os exercícios com a ajuda de um profissional capacitado, que vai aplicar uma rotina progressiva e continuada de exercícios.

"Tem que ser feito tudo em etapas para a perfeita adaptação fisiológica, respeitando também as características biológicas de cada um", afirma. Pessoa destaca que a atleta Teruyo Futino, 80 anos, mais conhecida como Maria, é hoje a pessoa mais velha a frequentar sua academia. Ele destaca que ela é capaz de passar por todos os aparelhos e até fazer exercícios de solo, como flexão, sem precisar tocar os joelhos no chão. Ela apoia todo o corpo apenas na ponta dos pés e com as mãos.

"Poucas pessoas, em qualquer idade, conseguem chegar a esse ponto", destaca. Maria diz que come de tudo, mas sem esquecer da diabete. De acordo com ela, até mesmo pelo cuidado com a saúde, procura uma alimentação mais equilibrada e farta em verduras e vegetais. "Isso também é importante", comenta.

HISTÓRIA

A atleta octogenária também recomenda os exercícios como uma fonte de vida melhor. Ela conta que tomou gosto por esse tipo de treinamento aos 17 anos, quando começou a praticar esportes, como vôlei. Depois, aos 21 anos, em 1951, quando se casou, parou de se exercitar. Ela teve três filhos e ficou viúva em 1978. O desejo de voltar a treinar ficou latente, mas a inatividade durou até 1990. Nesse ano, ela procurou uma academia e aos poucos foi retomando o condicionamento
físico.

"Não parei mais e nem pretendo parar", diz ela, que serve de inspiração, inclusive, para as demais pessoas que frequentam a academia onde treina desde 2001. "Acho que todo mundo deveria ter uma vida sadia, assim", diz ela, que, além dos três filhos, tem cinco netos.

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